> Arte e Educação: Julho 2010

Obrigada por seguir...

19 de julho de 2010

Quando eles forem crescidos...

Quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:

Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão;

Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia;

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado e dizer ao dono: " Nós pegamos isto ontem e queremos pagar";

Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos;

Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coraçao;

Mais do que tudo: Eu os amei o suficiente para dizer-lhes "não", quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso, e alguns momentos até me odiaram. essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estamos contentes, vencemos! Porque no final vocês venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se seus pais eram maus, meus filhos vão lhes dizer: " Sim, nossos pais eram maus. Eram os pais mais malvados do mundo";

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamoss que comer pão, frutas e vitaminas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne e legumes. E eles nos obrigavam a jantar à mesa, bem diferente dos outros pais que deixavam seus filhos comerem vendo televisão;

Eles insistiam em saber onde estávamos a toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nõs fazíamos com eles. Papai insistia para que lhe disséssemos com que iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos;

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violavam as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossa bagunça, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que eles nem dormiam à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Eles insistiam sempre conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos;

A nossa vida era mesmo chata. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos , tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde. O papai, aquele chato, levantava para saber se a festa foi boa, só para ver como estávamos ao voltar;

Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles;

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo de tudo para sermos PAIS MAUS como os nossos foram.

(Dr. Carlos hecktheur)

13 de julho de 2010

Bichinhos...






Estou adorando reciclar com as crianças...cada coisa mais fofa...quanta coisa interessante a gente pode fazer né?

Linda mensagem...


O nó do afeto

Em uma reunião de pais numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Colocava esta diretora também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia ela que, embora sabendo que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e atender às crianças. A diretora ficou surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo, e quando voltava do trabalho o garoto já havia deitado, porque era muito tarde. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou também que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Para que o filho soubesse de sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele que o pai havia estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre eles. Mais surpresa ainda a diretora ficou quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala. Esta história faz-nos refletir sobre muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazer presente, de se comunicar com o filho. Esse pai encontrou a maneira dele. Faça isto você também! Seu Filho nunca esquecerá o tempo que “perdestes” com ele.

11 de julho de 2010

Olha que legal!!!!

Olha só que coisinha mais legal...Bichinhos feitos com pratinhos de papelão ou plástico..É aqueles mesmo que todo mundo joga fora no fim das festas...
Adorei a ideia lá do blog da Carol http://blogdacarolcarolina.blogspot.com visitem vocês vão amar ...Tem coisas interessantíssimas...bjocas a todos...

6 de julho de 2010

Projeto-Lagarta x Borboleta

O nossa mais novo projeto é Construindo um terráreo para poder descobrir como a lagarta vira uma linda borboleta...Postarei fotos assim que estiver pronto...
Para abrir o projeto uma linda poesia e trabalhinho também...

A lagarta e a borboleta

Era uma vez…
Uma lagarta envergonhad
a,
Que pelo chão se rastejava,
E todo mundo debochava:
Que lagarta desengonçada,
Feia e maltratada!

Ninguém, dela, gostava,
As pessoas, ela, assustava.
Pobre Dona Lagarta…
Muito triste ficou,

E sentindo-se desprezada,
Em um casulo se fechou.

E assim…
Passaram-se os dias,

Ninguém, a sua falta, sentia,
Até que em belo cenário,
Enquanto o sol, a vida, aquecia,
E a rosa, o jardim, floria,
Em um galho pendurad
o,
O casulo se abria.

E uma linda borboleta,
De asas bem coloridas,
O casulo deixou,

Alegrando nossa vida.

E, todos viram o milagre,
Que a natureza preparou,

A feia e envergonhada lagarta,
Na borboleta se transformou.

Já não era desengonçada,
Mas, linda e cheia de graça,

E a todos superou.

Pois, não mais se rastejava,
Pelo contrário, voava,
O céu, enfim, conquistou.

(Vera Ribeiro Guedes)

Amei este trabalhinho vou fazer com minhas crianças...Ideia do: http://sapinhocolorido.blogspot.com/

Vou postar todas as lagartinhas prontas hein?Aguardem...

2 de julho de 2010

HEXA SÓ EM 2014...


PASSANDO AQUI PARA DESABAFAR UM PUCO DA IMENSA TRISTEZA DA NOSSA SELEÇÃO BRASILEIRA TER PERDIDO...QUERÍAMOS MAIS...MUITO MAIS...VAMOS ENTÃO AGUARDAR O HEXA EM 2014 JÁ QUE TAMBÉM VAMOS SER ANFITRIÕES...